Em que você acredita!?

quinta-feira, 28 de maio de 2009 ·

Bom, esse é um tema que ainda vou tratar por aqui. Mas por enquanto deixo apenas um trecho de um programa exibido em um canal fechado dos Estados Unidos: Atheist Experience. No programa, os apresentadores ateus (como eu!) debatem com religiosos que podem participar por telefone. Um dos cabeças do programa Matt Dillahunty é um ex-pastor! Bom, deem uma olhada no vídeo e fiquem ligados que eu falarei sobre esse tema em uma outra oportunidade... Afinal, "Sou Ateu, mas sou bonzinho!"

5 comentários:

Juliana Teixeira disse...
28 de maio de 2009 12:09  

Antes de qualquer coisa: eu sei lá o que acontece no meu navegador que me impede de ver os vídeos postados em blogs. Mas pelo nome eu fui ao YouTube e assisti a um dos vários vídeos da Atheist Experience (não sei se foi o mesmo postado aqui - Leco, me manda o link por e-mail?). Eu nunca tinha ouvido falar, e gostei bastante.

Só uma coisa: eu acredito em Deus - e bastante - frequento a igreja católica, rezo, enfim. Porém sou suficientemente inteligente para não achar sacrilégio o fato de outras pessoas não acreditarem. Pelo contrário, acho normal. Até porque crença não é razão. Logo, não se convence ninguém a crer em algo. Ou se acredita, ou não. Simples assim.

Aliás, eu costumo até me dar muito bem com ateus. Geralmente são pessoas com um senso crítico muito bem desenvolvido, além de razoável conhecimento cultural, filosófico, histórico, sociológico, antropológico...

Isso porque o ser humano, essencialmente, busca o auto conhecimento (não apenas enquanto indivíduo, mas enquanto membro de uma sociedade). Fé e razão são caminhos para procurar esse conhecimento. Muitas vezes ao se escolher um, nega-se o outro, dediando-se a conhecer melhor aquele escolhido. Principalmente no caso daqueles que escolhem a fé, muitas vezes o caminho racional do autoconhecimento é deixado de lado, e o diálogo fica tão profundo quanto um copo de café.

Eu acredito que fé e razão coexistam em completa harmonia. Não tenho vergonha nenhuma de admitir que sim, eu tenho as minhas crenças, e em muitos momentos da minha vida são elas que me fazem continuar. Por outro lado, acho absolutamente natural - e muito gratificante - pensar a existência humana do ponto de vista racional. É só ter como ponto de partida um conceito que deveria ser universal: o RESPEITO.

Amei o post! Amo tudo o que me faça pensar!

Beijos!

Leco Leite disse...
28 de maio de 2009 12:14  

Ju... vc é sensacional!

Não vai dar pra debater com vc!! hehehe

Bjão, moça

Adriano disse...
28 de maio de 2009 14:35  

Realmente é notável a postura da Juliana!!!Parabéns, moça!!!
Bom lembrar que buscar a racionalidade e não possuir crença em deidades, menos ainda nas portáteis, não nos impede de termos sentimentos, virtudes, emoções, senso estético, capacidade de apreciação da arte, empatia e moral.
Abraços

Alexandre Forato disse...
28 de maio de 2009 23:26  

não vou entrar nesta discussão cristão, mas concordo que o cara precisaria de um pouco mais embasamento antes de iniciar esta discussão.

Juliana Teixeira disse...
29 de maio de 2009 11:19  

Agora eu vi o vídeo. O cara foi muito inocente, não por acreditar que a recuperação da mãe foi obra divina, mas por achar que isso prova alguma coisa.

Eu também rachei o bico dele, rs...

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